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19 de junho de 2013

CRISTAL DE MURANO









O cristal Murano tem sido um famoso produto da ilha Veneziana de Murano por séculos.
Pelo século X se tornou uma conhecida cidade de comércio. Hoje Murano permanece como destino para turistas e amantes de arte e de joalheria.
Antigamente, a arte de modelar o vidro era dominada por uma elite de artesãos da República Veneziana, mais notadamente da Ilha de Murano.

Murano era um porto comercial por volta do século 7 e no século 10 havia se tornado um próspero centro de comércio possuindo sua própria moeda, força policial e uma aristocracia comercial. Em 1291, a República Veneziana ordenou aos artesãos de vidro que transferissem seus fornos para a ilha de Murano,  pois havia o temor de um incêndio em Veneza, nesta época construída basicamente de madeira, provocado pelas altas temperaturas dos fornos.

Os artesãos se tornaram a nata da população da ilha. Gozavam de imunidade judicial. No século 14 as filhas dos artesãos obtiveram permissão de se casarem com os nobres de sangue azul das famílias venezianas.

Tal regalia ocultava um propósito:os artesãos de vidro não tinham permissão de sair dos limites da República. Se um deles resolvesse estabelecer-se fora dos limites da República corria o risco de ser assassinado ou de ter as mãos decepadas pela polícia secreta. Entretanto, muitos desertores conseguiram fugir.

O que fazia os artesãos de Murano serem tão especiais? Inicialmente eles eram os únicos na Europa que sabiam como fazer um espelho. Também desenvolveram e aperfeiçoaram tecnologias para a fabricação de vidro cristalino, esmaltado (smalto), com fios de ouro (aventurine), multicolorido (millefiori), leitoso ( lattimo) e imitações de gemas preciosas feitas de cristal. Eles virtualmente monopolizaram a fabricação de cristais por séculos até que artesãos da Europa central e do norte introduziram novas técnicas e designs ao mesmo tempo em que imigrantes levaram a tecnologia para o Novo Mundo.

Murano ainda é um exportador de produtos tradicionais como espelhos e objetos de cristal. Suas fábricas produzem peças modernas: pesos de papel, contas de cristal, colares, adereços e joalheria em cristal. Ao nível de varejo há uma ênfase aos objetos de design artístico.

"O que REALMENTE está por trás das manifestações no Brasil?"



Os protestos que vêm ocorrendo no Brasil vão além do aumento de R$ 0,20 na tarifa dos transportes públicos.
O Brasil está experimentando atualmente um colapso generalizado em sua infraestrutura. Há problemas com portos, aeroportos, transporte público, saúde e educação. O Brasil não é um país pobre e as taxas impostos são extremamente altas. Os brasileiros não veem razão para uma infraestrutura tão ruim quando há tanta riqueza tão altamente taxada. Nas capitais, as pessoas perdem até quatro horas por dia no tráfego, seja em automóveis ou no transporte público lotado que é realmente de baixíssima qualidade.
O governo brasileiro tem tomado medidas remediadoras para controlar a inflação apenas mexendo nas taxas e ainda não percebeu que o paradigma precisa compreender uma aproximação mais focada na infraestrutura. Ao mesmo tempo, o governo está reproduzindo em escala menor o que a Argentina fez há algum tempo atrás: evitando austeridade e proporcionando um aumento com base em interesses da taxa Selic, o que está levando à inflação alta e baixo crescimento.

Além do problema de infraestrutura, há vários escândalos de corrupção que permanecem sem julgamento, e os casos que estão sendo julgados tendem a terminar com a absolvição dos réus. O maior escândalo de corrupção da história do Brasil finalmente terminou com a condenação dos réus e agora o governo está tentando reverter o julgamento usando de manobras através de emendas constitucionais inacreditáveis: uma, o PEC 37, que aniquilará os poderes investigativos dos promotores do ministério público, delegando a responsabilidade da investigação inteiramente à Polícia Federal. Mais, outra proposta busca submeter as decisões da Suprema Corte Brasileira ao Congresso – uma completa violação dos três poderes.

Estas são, de fato, a revolta dos brasileiros.

Os protestos não são movimentos meramente isolados, unificados ou badernas de extrema esquerda, como parte da imprensa brasileira afirma. Não é uma rebelião adolescente. É o levante da porção mais intelectualizada da sociedade que deseja pôr fim a esses problemas brasileiros. A classe média jovem, que sempre se mostrou insatisfeita com o esquecimento político, agora “despertou” – na palavra dos manifestantes."

(texto da CNN)

Eu e minha irmã Valéria, festando claro!

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