23 de setembro de 2011

UNIVERSO 'P'


APENAS A LÍNGUA PORTUGUESA NOS PERMITE ESCREVER ISSO...

Pedro Pau...lo Pereira Pinto, pequeno pintor português, pintava portas, paredes, portais. Porém, pediu para parar porque preferiu pintar panfletos. Partindo para Piracicaba, pintou prateleiras para poder progredir. Posteriormente, partiu para Pirapora. Pernoitando, prosseguiu para Paranavaí, pois pretendia praticar pinturas para pessoas pobres. Porém, pouco praticou, porque Padre Paulo pediu para pintar panelas, porém posteriormente pintou pratos para poder pagar promessas. Pálido, porém personalizado, preferiu partir para Portugal para pedir permissão para papai para permanecer praticando pinturas, preferindo, portanto, Paris. Partindo para Paris, passou pelos Pirineus, pois pretendia pintá-los. Pareciam plácidos, porém, pesaroso, percebeu penhascos pedregosos, preferindo pintá-los parcialmente, pois perigosas pedras pareciam precipitar-se principalmente pelo Pico, porque pastores passavam pelas picadas para pedirem pousada, provocando provavelmente pequenas perfurações, pois, pelo passo percorriam, permanentemente, possantes potrancas. Pisando Paris, permissão para pintar palácios pomposos, procurando pontos pitorescos, pois, para pintar pobreza, precisaria percorrer pontos perigosos, pestilentos, perniciosos, preferindo Pedro Paulo precaver-se. Por profundas privações passou Pedro Paulo. Pensava poder prosseguir pintando, porém, pretas previsões passavam pelo pensamento, provocando profundos pesares, principalmente por pretender partir prontamente para Portugal. Povo previdente! Pensava Pedro Paulo... Preciso partir para Portugal porque pedem para prestigiar patrícios, pintando principais portos portugueses.

- Paris! Paris! Proferiu Pedro Paulo. - Parto, porém penso pintá-la permanentemente, pois pretendo progredir. Pisando Portugal, Pedro Paul o procurou pelos pais, porém, Papai Procópio partira para Província. Pedindo provisões, partiu prontamente, pois precisava pedir permissão para Papai Procópio para prosseguir praticando pinturas. Profundamente pálido, perfez percurso percorrido pelo pai. Pedindo permissão, penetrou pelo portão principal. Porém, Papai Procópio puxando-o pelo pescoço proferiu: Pediste permissão para praticar pintura, porém, praticando, pintas pior. Primo Pinduca pintou perfeitamente prima Petúnia. Porque pintas porcarias?

- Papai, proferiu Pedro Paulo, pinto porque permitiste, porém, preferindo, poderei procurar profissão própria para poder provar perseverança, pois pretendo permanecer por Portugal. Pegando Pedro Paulo pelo pulso, penetrou pelo patamar, procurando pelos pertences, partiu prontamente, pois pretendia pôr Pedro Paulo para praticar profissão perfeita: pedreiro! Passando pela ponte precisaram pescar para poderem prosseguir peregrinando.

... Primeiro, pegaram peixes pequenos, porém, passando pouco prazo, pegaram pacus, piaparas, pirarucus. Partindo pela picada próxima, pois pretendiam pernoitar pertinho, para procurar primo Péricles primeiro. Pisando por pedras pontudas, Papai Procópio procurou Péricles, primo próximo, pedreiro profissional perfeito. Poucas palavras proferiram, porém prometeu pagar pequena parcela para Péricles profissionalizar Pedro Paulo. Primeiramente Pedro Paulo pegava pedras, porém, Péricles pediu-lhe para pintar prédios, pois precisava pagar pintores práticos. Particularmente Pedro Paulo preferia pintar prédios. Pereceu pintando prédios para Péricles, pois precipitou-se pelas paredes pintadas. Pobre Pedro Paulo, pereceu pintando... permita-me, pois, pedir perdão pela paciência, pois pretendo parar para pensar... Para parar preciso pensar. Pensei. Portanto, pronto pararei.


E você ainda se acha o máximo quando consegue dizer: O Rato Roeu a Rica Roupa do Rei de Roma?
(Carlos Alberto Martins)

14 de setembro de 2011

EU


"Amo achar algo engraçado
convivo com o pouco explicado.
Esqueço mal-entendidos.
Enxergo meu reflexo.
Coexisto também com o sem-nexo."
 Carmen Eugenio

13 de setembro de 2011

O Fígado na visão da Medicina Tradicional Chinesa

Eu tive hepatite (não sei de que letra, A, B ou C) aos 10 anos de idade. Lembro-me que fiquei 30 dias internada em um hospital infantil e mais dez dias de cama, em casa. Além dos remédios, meus pais me davam chá e banho da folha de uma planta chamada picão.
Todos os dias, em casa, sem poder sair da cama, a senhora que trabalhava conosco, trazia para mim, claras em neve batidas com açucar. No primeiro dia eu adorei. No segundo dia também. No terceiro e restantes, eu deixava no prato. A senhora comia tudo o que restava. Eu pensei: deve ser sério a doença que eu tenho, porque tiraram até meus irmãos de casa. Ficamos eu, papai, mamãe e a empregada. Não sei como ela não pegou a doença, pois comia tudo o que eu deixava no prato... Essa história me marcou, porque foi uma quarentena e tanto... Hoje, li um artigo sobre o fígado. Achei importante conhecer a abordagem da Medicina Tradicional Chinesa e resolvi compartilhar com vocês. O texto é muito interessante e reproduzo a seguir:

7 de setembro de 2011

Castelo de Areia



O Castelo era de Areia
mas, mesmo frágil,
abrigava uma existência.
Emoções nasciam entre aquelas paredes.
Algumas ruíram.
Apesar da vulnerabilidade,
Aquela inquietação não cedeu ao perigo iminente.
E mesmo quando tudo escureceu
Restou um canto incandescente
Que insistia
no recomeçar de cada grão.
(Carmen Eugenio)

Presença

"Não sei se preciso da sua presença
Ou se a invento"

Carmen Eugenio

ENTREGA

Eu viajo pelo seu cheiro
E imagino o sabor da nossa aventura.
É difícil resistir a tamanha atração.
É humanamente irresistível
seu poder de persuasão.
É incontrolável.
Não consigo desviar,
Despistar,
ou negar o óbvio: sou louca por você.
Fico imaginando as conseqüências de uma entrega frenética:
Você, vivendo em cada curva do meu corpo,
Consumindo cada fração de pensamento.
Irrepreensível, magnético.
Sem fuga de paradigmas, estereótipos ou cliches:
Eu Te Desejo.
Te quero em minhas mãos,
em minha boca,
impregnando minha existência.
Não sei se preciso da sua presença
Ou se a invento
Se a anseio...
Mas, jamais
Terás minha indiferença
Porque é sentença, ainda que pecado...
Eu te adoro, Bolo de Chocolate.

(Carmen Eugenio)

Não Guarde Mágoas

Não guarde mágoas .  Guarde boas amizades, abraços, alegrias, lembranças que edificam, lições de vida, palavras de apoio, poesias, música...