20 de fevereiro de 2011

E a Luz?


De vez em quando
Sem entender direito
A luz incandescente
Desaparece
Não sei por que,
Não sei como,
...prá onde vai?
Fico a procurar
Não quero que desapareça
Não me abandone ao breu
desse interstício
Ao suprimir clarão
Outorgaria chaga ao meu coração.
Pois eu,
Despojada de postura estóica
Por demorada ausência
Encontro-me em inospita abstinência
Involuntária, certamente
Da simbiose que me abraça
Docemente.

2 comentários:

  1. Gostei! Parabéns poetisa!
    Bjuss!
    Robério Matos

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  2. Muito Obrigada Roberio!!! Primeira pessoa que me chama assim! Beijos!!!

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Seu comentário é valioso para mim.
Muito obrigada!

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